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PM ocupa neste sábado as guaritas da FOC para garantir visita aos presos. Policiais penais ameaçam reagir

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A Polícia Militar assumirá o controle das guaritas externas nos maiores presídios do Acre, na manhã deste sábado. Um comunicado urgente foi emitido pelo governo, no início desta noite. Com isso, o Estado cumpre a promessa de tomar decisões extremas diante da resistência dos policiais penais em suspender o banco de horas, uma cartada da categoria para  forçar o governo a atender reivindicações que a Procuradoria Geral do Estado  considera inconstitucionais. A PM está orientada a ocupar as guaritas a partir das 6 horas.
No comunicado, o governo informa que haverá visita por parte dos familiares dos presos neste sábado e domingo (veja os horários abaixo).

A entrada das esposas dos presidiários estava suspensa por falta de efetivo para fazer a revista e garantir segurança de todos. Esse argumento foi apresentado pela categoria nesta sexta, quando as mulheres dos presos fecharam a entrada do município de Sena Madureira em protesto.
O risco de um confronto armado entre policiais penais e militares existe.
A associação que representa os ex-agentes penitenciários, ao saber da decisão do governo, convocou a categoria para uma concentração em frente ao Presídio Francisco D´Oliveira Conde (FOC). O chamamento é feito através do grupo dos grevistas e diz que os policiais penais devem se reunir no mesmo horário em que os militares assumirão as guaritas.
Há pouco, o secretário Paulo Cesar (Segurança Pública) disse que qualquer tentativa de impedir o trabalho dos militares será considerado crime contra o serviço público.
As autoridades trabalham num planejamento militar para garantir a visita dos familiares dos presos
 

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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