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Policial Penal que atuava como “pombo correio” de facção é condenado e perderá o cargo

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O Policial Penal Genildo Gabriel da Silva, preso quando tentava entrar com cartas para membros de uma facção no presídio, foi condenado a quase 12 anos de prisão. A decisão foi do juiz da Vara de Delitos de Delitos de Organizações Criminosas da Comarca de Rio Branco.
Pelos crimes de promover organização criminosa e corrupção passiva o agente de segurança foi sentenciado a 11 anos 7 meses e 15 dias de prisão. O regime da pena é o fechado.
O agente de segurança pública foi preso no dia 11 de junho deste ano por investigadores da Delegacia de Combate as Ações Criminosas Organizadas da Polícia Civil, a DRACO.
No momento da abordagem no interior do presídio Genildo portava cartas e um cartão de memória que seriam destinados a membros de uma organização criminosa.
No cartão, segundo a denúncia, tinha várias mensagens de áudios. Desde de comunicado de separação a pontos estratégicos para venda de drogas.
Além das cartas e do cartão de memória Genildo Gabriel tinha dois frascos de tinta para tatuagem e agulhas.
Ao analisar tudo que foi colhido na investigação o Juiz da Vara de Delitos de Organizações Criminosas julgou procedente a denúncia do MP e condenou o réu.
Na mesma decisão o juiz condenou o réu a perda do cargo de policial penal e negou o direito de recorrer em liberdade.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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