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Recado aos desesperados: “o Gladson tá tão fraco que tem 9 nomes fortes querendo ser vice e 5 querendo ser senadores na chapa dele”

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Moisés Diniz gravou numa de suas redes sociais condenou a maneira que os adversários políticos do governo tratam a greve da educação no estado. Disse que alguns agem com desespero e que inventam fakes news em grupos de whatsapp, porque sabem que Gladson Cameli (PP) é forte e tem a confiança da maioria absoluta da população.
“Eu queria estar fraco como alguns por aí dizem que Gladson estar, pois é só sair nas ruas e fazer uma consulta sobre sua aceitação diante da sociedade. Um governante que teve até aqui três anos para governar e dois deles foi durante uma Pandemia que já matou quase 700 mil pessoas no país….Gladson segurou aqui no dente e no braço, salvando vidas”, disse o Cacique.
Ainda sobre os boatos de que Gladson estaria deixando de disputar o governo novamente e que poderia ser afastado do cargo, Moises mandou um recado aos propagadores de notícias falsas, tratando a situação como obra de um desespero:
“Não existe essa história de que o governador pode renunciar. Os adversários deveriam procurar alguma coisa para fazer, o governador está tão fraco que temos cinco nomes querendo ser candidatos ao senado na sua chapa. O governador está tão fraco que tem ao menos nove nomes conceituados querendo ser o seu vice. A educação merece respeito e nós estamos construindo uma saída digna para a luta dos trabalhadores”, finalizou Diniz.
Moises ainda condenou a demagogia de alguns políticos que antes destratavam grevistas, mas hoje posam de solidários e bons samaritanos das greves.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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