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Rim, olhos, coração, baço, fígado: veja quanto o mercado negro está pagando por órgão humano

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Já pensou em vender um de seus órgãos para conseguir comprar um iPad novo, o mais recente smartphone da Samsung ou um PlayStation 4? O site Medical Transcription criou uma lista que mostra o valor que olhos, rins, ombros e outras partes do corpo humano têm no mercado negro internacional.
Caso você esteja disposto a ceder seu baço, pode conseguir uma quantia de US$ 500 (ou R$ 2.050). Já um rim em bom estado pode render nada menos que US$ 262 mil (ou R$ 1 milhão) , suficiente para você bancar os medicamentos que vai ter que tomar pelo resto da vida. Os valores são referentes aos Estados Unidos: dependendo do país, os preços podem subir vertiginosamente ou cair de maneira radical.
Confira a lista completa dos órgãos relacionados pelo site:

  • Par de olhos – US$ 1.525;
  • Escalpo – US$ 607;
  • Caveira com dentes – US$ 1.200;
  • Ombros – US$ 500;
  • Artéria coronária – US$ 1.525;
  • Coração – US$ 119 mil;
  • Fígado – US$ 157 mil;
  • Mão e antebraço – US$ 385;
  • Litro de sangue – US$ 337;
  • Baço – US$ 508;
  • Estômago – US$ 508;
  • Intestino delgado – US$ 2.519;
  • Rim – US$ 262 mil;
  • Vesícula biliar – US$ 1.219;
  • Pele – US$ 10 por polegada quadrada.
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O Medical Transcription esclarece que a maioria dos órgãos vendidos no mercado negro tem origem nos cadáveres enviados a funerárias. Normalmente, um funcionário do local é pago para retirar as partes do corpo que vão ser vendidas sem que a família tenha qualquer conhecimento da situação — quando a pessoa é cremada, não é incomum que a maior parte das cinzas entregues pela empresa não pertençam ao falecido.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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