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Rio Branco tem 150 taxi lotação irregulares; saiba os motivos

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Prefeitura deixa de enviar projeto de lei que regulamenta o serviço de taxi compartilhado ou táxi lotação e os mais de 150 profissionais que hoje prestam esse serviço continuam trabalhando de forma irregular.
Na semana passada a prefeitura ensaiou um esforço para aprovar uma matéria regulamentando o serviço que já existe em rio Branco há mais de dois anos.
“Sem passar pela aprovação do Legislativo, corre o risco de a lei, lá na frente, sofrer qualquer embargo. Precisamos fazer o trâmite legal e ai, a categoria pode trabalhar com mais garantias”, lembrou o vereador Fábio Araújo (PDT).
Há dois ano e meio Rio Branco tem o que se chama de taxi compartilhado ou, como se refere a lei , o “taxi lotação”. São 150 profissionais que deixaram de ficar em pontos fixos pela cidade e carregam diferentes passageiros cobrando preços bem mais cômodos.
Uma lei municipal permite o taxi lotação, mas a prefeitura precisa criar regras para garantir o seguro para os passageiros, definir valores das corridas, pontos de embarque e desembarque e como esses taxis podem trabalhar.
O presidente do sindicato dos taxistas, Esperidião Teixeira, foi até a câmara de vereadores nessa quinta-feira e reforçou aos parlamentares que o taxi lotação já é uma realidade de Rio Branco. Dos mais de 600 taxis credenciados, 150 migraram para o novo serviço e outros 50 estão na lista querendo entrar. “Com a entrada dos mototaxistas e os motoristas de aplicativos ficou impossível para os taxistas se manterem, por isso um grupo buscou uma alternativa para ter uma renda”, disse.
Assim como os taxistas, os vereadores esperam a chegada da matéria enviada pela prefeitura que regulamenta o serviço.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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