manchete

Rocha e Vanda Milani: o difícil caminho de quem perdeu o poder partidário

Published

on

A dança das cadeiras nos partidos no Acre e a mudança na lei eleitoral que determina que deputados e vereadores perderão o mandato quando se desligarem do partido, exceto nos casos de justa causa e anuência da sigla, segue causando estragos nos bastidores da política acreana.
Não são poucos os parlamentares acreanos que aguardam brechas eleitorais e cartas de liberação dos seus atuais partidos para mudarem de sigla, por conta de mudanças nas direções regionais.
O caso mais emblemático segue sendo o da deputada federal Vanda Milani, do Solidariedade,  mas não é o único.
Outra situação crítica é a do vice-governador Major Rocha, que saiu do PSDB para dominar o PSL no Acre, visando o fundo partidário, e agora está a ver navios com a fusão do partido com o DEM,  que deve ser comandado, no Estado, pelo senador Márcio Bittar.
O deputado federal Alan Rick também vem sendo bastante prejudicado na sua pré-campanha ao Senado com a fusão do PSL com o DEM, já que vai perder o comando do DEM no Acre para Bittar.
Há quem diga que Alan mude de partido nos próximos dias, uma vez que a fusão lhe permite sair sem risco de perder o mandato. O problema é para onde vai, já que todos  os partidos de médio e grande porte já tem comando no Estado e seis deles estão nas mãos de Bittar para garantir a segurança eleitoral da candidatura da sua ex-mulher Márcia.

Leia Também:  Sai lista prévia de emendas para atenção básica em saúde nos municípios do Acre; Mailza "discrimina" o Quinari

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

manchete

Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

Published

on

Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

Leia Também:  Lira rebate declaração de Lula sobre  'poder imperial' na Câmara

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

RIO BRANCO

POLÍTICA

POLÍCIA

ACRE AGORA

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI