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Secretário Paulo Cezar aguarda informações da PF para punir agentes de segurança envolvidos na “Operação Ptolomeu”

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NOTA PÚBLICA DE ESCLARECIMENTO

O Secretario de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Paulo Cézar Rocha dos Santos, logo ao tomar conhecimento da “Operação Ptolomeu”, deflagrada pela Polícia Federal (PF), neste Estado, por meio de publicação oficial do Órgão, que aponta  ter verificado “a prática constante de altas movimentações de valores em espécie, inclusive com uso do aparato de segurança pública”, oficiou à Polícia Federal, solicitando informações, no sentido de apurar a existência ou não de qualquer integrante das Forças do Sistema Integrado de Segurança Pública do Acre supostamente envolvido no caso acima exposto, para que se adote todas as providências cabíveis, a fim de se adotar as medidas administrativas necessárias, bem como resguardar as instituições, que trabalham, periodicamente, no combate à criminalidade, em todos os níveis.
Nesse diapasão, o Titular da Sejusp reforça a Nota emitida pelo governo do Estado do Acre, colocando-se à disposição para colaborar com as investigações da Polícia Federal em relação à Operação Ptolomeu e a todas as ações de combate à corrupção.
Enfatiza, neste aspecto, além da criação, pelo governo do Estado do Acre, da Delegacia de Combate a Crimes de Corrupção (citada na Nota), a existência de Acordo de Cooperação Técnica, ainda vigente, entre Órgãos Federais e o Sistema Integrado de Segurança Pública (SISP), pelo qual foi criada a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO).
Paulo Cézar Rocha dos Santos
Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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