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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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Médicos permanecem em greve até que governo cumpra acordo

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O Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) confirmou nesta sexta-feira (1), a permanência dos médicos na greve com a possibilidade de ampliação dos atos a serem realizados na próxima semana. Para a classe, a reposição de 5,42% da inflação é ofensiva.
Segundo o vice-presidente da entidade, Rodrigo Prado, o Sindicato mudará a programação de greve nos próximos dias, buscando fortalecer ainda mais o movimento, além de demonstrar a população que o governador Gladson Cameli traiu a classe.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionárias dos dois últimos anos”, explicou o sindicalista.
Os médicos decidiram que a greve deve ser por tempo indeterminado, ou seja, poderá ter continuidade durante toda a campanha política caso não haja o atendimento de todas as demandas. Todos os servidores da saúde deflagraram greve no dia 8 de março.
Entre os compromissos feitos por Gladson Cameli e pelo então secretário de articulação, Alysson Bestene, ainda restam para serem concedidos a abertura de concurso público, a reposição dos dois últimos índices inflacionários, a reforma do Plano de Cargo, Carreira e Remuneração (PCCR) e o fechamento da revisão do Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT).
Com informações Agazeta.net

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