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Sindicalista apresenta saída viável para o abono salarial dos servidores de apoio da educação; Veja

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O professor Manoel Lima, um dos sindicalistas mais respeitados do Acre, usou suas redes socias, na tarde desta quinta-feira (25/11), para fazer um apelo ao governador Gladson Cameli em defesa dos servidores de apoio da educação e apresentar uma proposta que julga “viável” para o pagamento do abono salarial da categoria.
Em um vídeo Manoel Lima alega que os funcionários do quadro de apoio das secretarias estadual e municipais de educação são os que recebem os menores salários e mais necessitam, nesse momento de crise econômica, do abono salarial. O benefício havia sido suspensa mediante alegação da Procuradoria Geral do Estado (PGE) de ilegalidade.
O sindicalista recorre a um dos artigos da lei do Fundo de Valorização do Ensino Básico (FUNDEB) para afirmar que a PGE pode estar se equivocando na interpretação da lei ao orientar o governo a suspensão do pagamento anual do abono.
Ao mesmo tempo, o sindicalista sugere ao governador Gladson Cameli substituir, se for o caso, o pagamento do abono pelo premio de valorização, chamado também de 14º salário para aqueles servidores da educação que a Procuradoria Geral do Estado alega não terem direito ao abono.
“Se levar em consideração o artigo 212, letra A, insiso 11º, o governo pode, sim, usar o dinheiro do FUNDEB e contemplar todas e todos os trabalhadores em educação de nosso Estado. Mas, governador, se o senhor não encontrar meios jurídicos para pagar o abono do pessoal de apoio da educação com o dinheiro do FUNDEB, garanta, então o 14º salário deles, o chamado prêmio de valorização reconhecido em lei que pode ser oferecido com recursos próprios do Estado”. Ressalta o sindicalista.
(Veja o vídeo na integra)


Manoel Lima tem participado dos atos públicos em defesa do pagamento do abono salarial de todas as categorias da educação e por várias vezes, em discurso público, já afirmou que a diretoria do maior sindicato da categoria parece não ter intenção, alguma, em ajudar o poder público a encontrar uma solução para a questão e, sim, medir força com o governador na clara intenção de enfraquecer a popularidade de Gladson Cameli entre os trabalhadores em educação.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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