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TCE manda Prefeitura de Rio Branco desligar terceirizados da problemática JWC, empresa de Jebert Nascimento

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Prefeitura de Rio Branco ainda não cumpriu medida cautelar do Tribunal de Contas do Estado e, mesmo correndo o risco de pagar multa diária, mantém terceirizados da empresa JWC nas portarias das escolas.
Em uma cautelar aprovada na última quinta-feira durante sessão plenária, o TCE decidiu suspender a contratação de agentes de portaria de escolas e para os prédios administrativos da Secretaria de educação do município.
A relatora do processo, a conselheira Dulcinéa Benício, enxergou indícios de irregularidades na forma como a prefeitura fez a contratação. Na abertura do certame licitatório, em agosto desse ano, várias empresas foram desclassificadas mesmo apresentando propostas com valores menores. É que, segundo a secretaria de educação havia vários erros nas informações repassadas.
A empresa vencedora, a JWC, também apresentou documentos com os mesmos problemas, mas para ela, a prefeitura permitiu que fossem feitas as correções. Já as outras empresas foram sumariamente desclassificadas.
Para evitar um prejuízo futuro, a conselheira propôs uma cautelar que foi acatada por unanimidade pelo restante da corte. No documento havia a determinação para a suspensão da contratação dos agentes da JWC. Após 5 dias da decisão a prefeitura continua mantendo os terceirizados.
Além de verificar uma possível vantagem a empresa JWC, a conselheira Dulcinéa Benício vai investigar por que nesse caso houve uma dispensa de licitação para contratar a JWC.
Em sua decisão a Conselheira explicou que a secretaria de educação deve dar oportunidade para que as empresas façam a correção nas propostas, isso pode fazer com que o município gaste um valor menor na contratação dos agentes das escolas.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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